segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Desejos para o ano 2011!

O que desejam os nossos artistas, homens da Festa, e aficionados para o próximo ano:
António Manuel Cardoso (Néné): um guarda costas ou um carro da Prosegur
Rafael Vilhais: uma bóia para não se afundar na piscina do J.P. Bolota
João Pedro Bolota: uma escada para a piscina, para o Rafael Vilhais poder subir
Carlos Pegado : Um Outdoor para colocar os seus cartazes e não virem noticias que cola por cima dos outros
Alguns bandarilheiros da nossa praça: Papeis para a reforma
Joaquim Bastinhas: uma escada para saltar do cavalo: a idade começa a pesar, e não haja para aí algum azar
João Moura Caetano: um Voucher numa clínica de emagrecimento
Diego ventura: Uma consulta grátis de dentista para o Cavalo  Morante 
Grupo Real de Moura: um cheque visado 
Parrita: um bilhete para ver o Morante no Campo Pequeno ( talvez a unica maneira de lá entrar)
José Potier. Um estagio de meditação no Tibete (para aguentar a pressão do Alvarenga)
Hugo Silva: um clone(para poder agradar a Mouras e Caetanos)
Paulo Caetano: o prolongamento do ano 2010, para continuar a festejar os 30 anos de alternativa e vender mais livros através do Farpas
Ganadeiros: Fecho das portagens a toiros espanhóis
Sousel e Alter do Chão: dois dias 25 Abril (para poderem dar as suas tradicionais corridas sem prejudicar a Aficion)
Empresário João Duarte: As tradicionais feiras de S. João ( em Évora) para poder organizar, como tanto quer, as sanjoaninas
Forcado Alfacinha: um equipamento de futebol americano (porra ...já chega de ossos partidos)
Vasco pinto: Um comboio com cornos (talvez a única maneira de não pegar á primeira tentativa)
Jornal Farpas. Uma pagina de publicidade paga por Noelia Mota, tal a publicidade feita por este; uma cópia dos estatutos do código deontológico dos jornalistas;um par de óculos para o jornalista indicado para escrever sobre as corridas em Évora "que se encontrem ás moscas".
ANGF: mais 47 pedidos de adesão de grupos de forcados;
Habitantes de Cuba: já que acabaram as excursões para ver os seus forcados, bilhetes para os espectáculos do La Feria.
Rui Bento: um repelente anti-alvarenga
Moita Flores: Presidência das câmaras de Alcochete, Vila Franca de Xira, Évora, Montijo, Nazaré, Caldas da Rainha, Figueira da Foz, Moita, Moura, Alcácer, Reguengos,etc,  para os aficionados poderem ver corridas a 1 euro.
Aficionados em geral: Muitas e boas corridas, toiros sérios, encastados e nobres, artistas sérios e que respeitem o público, forcados valentes, directores competentes, empresários honestos, Jornalistas que exerçam a sua profissão segundo o código de ética e deontologia, cada vez menos desmontáveis ou então que tenham curros (o Toiro deve ser a nossa maior preocupação), boas bandas musicais (ainda hei-de ver um dj a "meter" musica para as cortesias) e porque não, bons aficionados como companheiros nas praças deste país...
Abraços e um óptimo ano 2011!!!
P.S: ah já me esquecia... para o Miguel Alvarenga: alguém que queira beber um copo com ele...
E para mim?? Bastam umas trincheiritas...(podem ser daquelas a 30 euros...o Manel e o Costa sabem quais são).
Um Bom Ano Taurino

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

É Natal! É Natal! Uma Prenda Para Reflexão!!

AVISO: ESTE POST SAI PROPOSITADAMENTE FORA DO ÂMBITO DA CRIAÇÃO DO MESMO

Como estamos no Natal, e neste período se oferecem presentes, resolvi deixar-vos aqui um documento, para reflexão de cada um, e que desde já peço desculpa pela extensão do mesmo, mas é paralelamente igual à sua importância.
Destaco o final do documento que incide sobre o artº 5º P e Q, e que visa terminar com as touradas em 2013.
Esta é a proposta de lei que vai proximamente a discussão à Assembleia da Republica.
Deixem-se andar a assobiar para o lado, digam que os anti-taurinos são "fantasmas", e no "fim de casa roubada trancas à porta"!
Leiam com atenção, e como aficionados, agora que vão ter os todos os vossos familiares  à mão, entreguem lhes a petição para assinar, ou então esqueçam estas guerras de alecrim e manjerona, pois dentro de muito pouco tempo só ficam as saudades do Toiro Bravo e a Criação de Cavalos...Leiam...Leiam
Abraços


Iniciativa Legislativa de Cidadãos, ao abrigo da Lei n.º 17/2003, de 4 de Junho
Preâmbulo
Entende-se por ser senciente todo o ser que, pelo conjunto das suas características, tem capacidade de experienciar sofrimento, tanto ao nível físico como ao nível psíquico, independentemente da espécie a que pertence. Só os membros do reino animal podem ser seres sencientes, ainda que nem todas as espécies de animais reunam as características que fariam com que os seus membros pudessem ser considerados seres sencientes. É aos animais que são de facto seres sencientes – e que, portanto, podem ser enquadrados na definição inicialmente apresentada – que o presente documento se refere. Os animais sencientes são seres dotados de uma sensibilidade física e psíquica, que lhes permite, à semelhança dos humanos, experienciar a dor e o prazer – sendo certo que procuram, naturalmente, por todos os meios, evitar experiências dolorosas. Ao mesmo tempo, os animais têm uma vida e uma liberdade próprias, que, naturalmente, procuram preservar, também à semelhança daquilo que os humanos fazem. Do mesmo modo que os humanos vêem o sofrimento, a privação da vida e a privação da liberdade como males que devem ser evitados para consigo mesmos, também deverão ver o sofrimento, a privação da vida e a privação da liberdade como males que devem ser evitados para com os animais, dado que, tanto uns como outros, salvaguardadas as diferenças, não têm interesse algum em sofrer estes males. De facto, o sofrimento é visto pelos humanos como tendo uma relevância moral, na medida em que todo o acto de provocação deliberada de sofrimento a outrem é considerado um acto moralmente condenável. De igual modo, também todo o acto de privação deliberada da vida e da liberdade de outrem é considerado um acto moralmente inaceitável. Estes princípios elementares ganham força de lei em todas as sociedades humanas que prezam a vida, a liberdade e a felicidade como bens fundamentais. Ainda assim, estes princípios legais raramente se estendem aos animais, apesar de também eles não terem interesse algum em serem submetidos a qualquer espécie de sofrimento, privação da vida ou da liberdade. Actualmente, o respeito pelos animais é um valor moral e social que reúne bastante consenso nas sociedades humanas, impondo-se com mais ou menos força dependendo das circunstâncias históricas, sociais e culturais de cada sociedade. São cada vez mais os casos de vários Estados em que o valor moral e social que é o respeito pelos animais é também consagrado como um valor jurídico, fazendo com que os animais beneficiem de uma protecção legal específica. No caso Português, a Lei de Protecção dos Animais vigente, data de 1995, e, embora estivesse prevista a sua posterior regulamentação, esta nunca aconteceu. Têm sido, ao longo dos anos, aprovadas algumas disposições legais, nomeadamente no âmbito dos Animais de Companhia, e que derivaram, essencialmente, da transposição de Directivas Comunitárias. Estas vieram, como que indirectamente, regulamentar a Lei de Protecção dos Animais, como foi o caso do Decreto-Lei n.º 276/2001, posteriormente actualizado pelos Decretos-Lei n.ºs 312, 313, e 315 de 2003, relativos à Protecção dos Animais de Companhia, e, mais recentemente, do Decreto-Lei n.º 315/2009 relativo à detenção de animais perigosos e potencialmente perigosos, que veio revogar o anterior 313/2003.  Quanto aos animais selvagens, no final do ano de 2009, assitiu-seà proibição, através da Portaria n.º 1226/2009, da detenção de espécimes de certas espécies destes animais. Pese embora a existência da legislação acima exposta, bem como outras disposições legais que regulamentam a detenção e o maneio de animais, a realidade a que assistem as associações de protecção dos animais, e os cidadãos-comuns é devastadora. A forma pouco agilizada como as autoridades veterinárias, policiais, e administrativas, processam as queixas apresentadas por quem testemunha tais actos tem sido de tal forma ineficaz que, quando alguém comete um acto de crueldade contra um ou mais animais, sabe, a priori, que não será punido. É, assim, fundamental, o estabelecimento de punições mais sérias para os prevaricadores, para que, através da via pedagógica, se possa demovê-los de praticarem tais actos. Por outro lado, a agilização de todo este processo levará a uma redução dos recursos financeiros utilizados actualmente em processos morosos e ineficazes.
 Assim, tendo em consideração todos os motivos expostos, apresenta-se o seguinte:
Projecto-Lei de Revogação da Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro, e de Instituição da Nova Lei de
Protecção dos Animais
CAPÍTULO I
PRINCÍPIOS GERAIS
Artigo 1.º
Princípios Gerais
1 – A presente lei estabelece as normais gerais de protecção dos animais abrangidos pela definição estabelecida no artigo 2.º do presente documento, reconhecendo legislativamente a importância e a dignidade dos animais e a responsabilidade que o Estado tem para com estes.
2 – A presente lei aplica-se sem prejuízo da legislação complementar de detenção e protecção dos animais nos diversos contextos em que tal seja aplicável.
Artigo 2.º
Definições
1 – Para efeitos da presente lei, considera-se «animal» qualquer animal não-humano senciente, ou seja, qualquer animal que possua uma estrutura neuro-fisiológica associada a uma vida mental activa, que lhe permita não só ter sensibilidade física, psicológica e emocional relativamente a diferentes estímulos, como também lhe permita ter consciência, a um nível mais ou menos profundo, do que lhe acontece, tendo a capacidade subjectiva de experienciar a dor e o sofrimento, tanto física quanto psicológica e emocionalmente, em função do que lhe acontece.
2 – Para efeitos da presente lei, considera-se «bem-estar animal» o estado de equilíbrio fisiológico, psicológico, emocional e social de um animal, em que:
a) este se encontre livre da fome, da sede, de qualquer desconforto, dor, ferimento e ou doença, de medo e ou angústia;
b) este esteja instalado num ambiente que lhe seja o mais natural possível e no qual tenha oportunidade de exprimir os seus comportamentos naturais, acompanhado ou isolado de outros animais, consoante as características e necessidades sociais da espécie a que pertence.
3 – Para efeitos da presente lei e da demais legislação aplicável à detenção e à protecção de animais, considera-se «tutor» de um animal qualquer pessoa singular ou qualquer pessoa colectiva ou equiparada, pública ou privada, que seja legalmente, tutora de um animal, tendo, nos termos da lei, direitos sobre o mesmo, e, sendo também, a pessoa legalmente responsável pelo animal e pelo seu bem-estar, estando obrigada a zelar por este de acordo com as normas legais aplicáveis.
4 – Tendo em consideração o disposto nos números anteriores, o Estado reconhece, pela presente lei, que um animal tem interesse na preservação e protecção do seu bem-estar e que, sem prejuízo dos direitos que um tutor de um animal tenha sobre ele, é obrigação deste salvaguardar o seu bem-estar.
5 – Considera-se «eutanásia» o acto médico, praticado por um médico-veterinário oficialmente habilitado para desempenhar essas funções, que consiste em provocar a morte um animal que:
a) esteja a experienciar um elevado grau de sofrimento que não possa ser satisfatoriamente terminado ou aliviado de outra maneira; ou
b) que padeça de uma doença, ou se encontre numa condição de saúde que lhe retire, de forma grave e permanente, a qualidade de vida, não podendo ser curado ou satisfatoriamente recuperado da mesma; Uma morte condigna, justificada pela condição de saúde desse animal em função do previsto na presente norma, que, conjuntamente, seja:
a) instantânea, ou o mais rápida possível;
b) indolor, ou o mais livre de sofrimento possível;
c) respeitadora da dignidade e da condição do animal.
6 – Não é considerado «eutanásia» o acto, praticado por médico-veterinário ou não, de provocar a morte a um animal que esteja fora das condições fixadas no número anterior, considerando-se, nesse caso, que esse acto consiste em infligir a morte a um animal sem tal ser feito num contexto de eutanásia.
7 – Compete à Direcção-Geral de Veterinária definir as normas práticas para a administração da eutanásia a um animal, especificando os métodos indicados para cada espécie de animal, num diploma próprio, no qual se deve prever, como princípio geral, que praticar a eutanásia consiste em realizar o acto previsto no n.º 5, devendo a inflicção da morte ao animal ser obrigatoriamente precedida da indução da inconsciência completa ao animal, que deve estar completamente inconsciente imediatamente antes e durante a administração da eutanásia, salvo em situações excepcionais e urgentes em que isso seja circunstancialmente impossível e em que administrar eutanásia ao animal sem este poder ser completamente insensibilizado seja, para que o mesmo sofra menos, um acto justificado.
8 – No documento previsto no número anterior, a Direcção-Geral de Veterinária deve determinar os métodos de eutanásia a aplicar para cada espécie definindo obrigatoriamente os métodos considerados clinicamente mais seguros, eficazes, indolores e condignos nesse sentido, especificando também que a administração da eutanásia a um animal é um acto exclusivamente passível de ser praticado por ummédico veterinário competente para desempenhar essas funções.
Artigo 3.º
Enquadramento dos Animais no Ordenamento Jurídico
1 – Para todos os efeitos legais, incluindo no âmbito de aplicação das normas do Código Civil, os animais, enquanto seres sensíveis reconhecidos como tal no artigo 2.º, embora possam ser objecto de relações jurídicas e possam ser propriedade de alguém, não são coisas, e gozam de protecção que se opera por via da presente lei e da demais legislação aplicável.
2 – De acordo com o previsto no número anterior, a  propriedade sobre animais é admissível por lei, desde que o tutor do animal cumpra todas as normas  legais a que nesse sentido esteja obrigado por lei, nomeadamente no sentido de cumprir a sua obrigação de assegurar o bem-estar do animal que esteja sob a sua responsabilidade.
3 – O direito de propriedade de um animal não contempla a faculdade de infligir sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte a esse animal, salvo nos casos em que tal esteja previsto e permitido por lei, e autorizado ou licenciado por entidade competente, quando tal seja aplicável.
4 – Em tudo o que não estiver especialmente previsto na presente lei e na demais legislação aplicável que regulamenta a tutela e a protecção dos animais, a propriedade de animais rege-se pelas normas do Código Civil relativas às coisas que lhe forem aplicáveis, em tudo o que estas não contrariarem o previsto na presente lei e na demais legislação aplicável à detenção e à protecção dos animais.
5 – A protecção de todos os animais é tutelada pelo Estado, através dos seus organismos e autoridades competentes, independentemente dos animais terem um tutor legal ou não.
6 – Quando um animal tem um tutor legal, é obrigação do seu tutor zelar pelo bem- estar do seu animal, encontrando-se este sob os seus cuidados, sem prejuízo de se encontrar também protegido pela lei e pelo Estado, designadamente nos termos do previsto no número anterior.
7 – Se um animal nunca tiver tido um tutor, se tiver sido abandonado por ele, ou, se o seu tutor anterior tenha, por qualquer razão legal, perdido os seus direitos sobre esse animal, a tutela deste pode ser assumida e reclamada por uma nova pessoa, desde que esta cumpra as formalidades legalmente exigíveis, nomeadamente quanto ao registo do animal em seu nome, quando tal seja adequado e aplicável.
8 – Um tutor de um animal pode, a todo o momento, transmitir a tutela desse animal para outra pessoa, desde que sejam cumpridas todas as formalidades legais adequadas e aplicáveis nesse sentido, e desde que o novo tutor assuma todas as responsabilidades legais, designadamente quanto à obrigação de zelar pelo bem-estar do animal, daí decorrentes.
9 – A mera detenção/tutela de cães e gatos enquanto animais de companhia está dispensada da obtenção de qualquer licença.
10 – Todos os cães e gatos que estejam sob a tutela de alguém, devem obrigatoriamente estar registados junto das entidades competentes em nome do seu tutor, e, devem obrigatoriamente estar identificados electronicamente com uma cápsula electrónica, ou, no caso de haver uma contra-indicação médica para a utilização desse método, através de método seguro e indolor para o animal-
CAPÍTULO II
MEDIDAS DE PROTECÇÃO DOS ANIMAIS
Artigo 4.º
Medidas Gerais de Protecção dos Animais 1 – Considerando o reconhecimento legislativo da importância dos animais e a responsabilidade do Estado quanto à protecção destes, nomeadamente de acordo com o disposto no n.º 1 do artigo 1.º e os números 1 e 5 do artigo 3.º, o Governo deve, em matéria de política fiscal e orçamental:
a) prever a possibilidade de os tutores de animais deduzirem nos seus impostos as despesas de saúde que tenham com estes no sentido de preservarem a boa saúde e o bem-estar destes, tal como lhes é exigido por lei;
b) fazer incidir sobre os serviços de saúde, medicamentos e alimentos para animais a taxa mínima aplicável de imposto sobre o valor acrescentado (IVA), no sentido de permitir aos tutores de animais que adquiram estes serviços e produtos essenciais para a saúde e o bem-estar dos seus animais sem que os preços destes estejam desajustadamente inflaccionados por taxas de IVA que não correspondam àqueles bens como sendo essenciais.
2 – Os animais doentes, feridos ou em perigo devem, na medida do possível, ser socorridos, sendo obrigação das câmaras municipais, através dos médicos veterinários municipais e dos seus serviços competentes, das autoridades veterinárias territorialmente competentes e das autoridades policiais, prestarem o socorro necessário e adequado a animais em risco, nomeadamente observando o disposto na presente lei, podendo estas autoridades intervir nesse sentido em articulação de esforços com instituições de protecção dos animais.
3 – Quando um animal for de algum modo lesionado por alguém, o responsável por essa lesão é obrigado a indemnizar o tutor desse animal ou os indivíduos ou entidades que tenham procedido ao seu socorro, pelas despesas em que tenham incorrido para o seu tratamento, sem prejuízo da indemnização devida nos termos gerais previstos no Código Civil.
4 – A indemnização prevista no número anterior é devida mesmo que as despesas se computem numa quantia superior ao valor monetário que possa ser atribuído ao animal.
5 – Quando um animal for de algum modo lesionado por alguém de modo a que essa lesão resulte na morte do mesmo, o seu  tutor tem direito a uma indemnização adequada pelo valor de afeição, em montante a ser equitativamente fixado pelo tribunal.
Artigo 5.º
Crimes contra Animais
1 – É proibido como crime contra um animal o exercício de qualquer violência injustificada contra este, considerando-se como tal qualquer acto consistente  em, sem forte justificação ou necessidade e sem específica permissão e regulamentação estabelecida  por lei, e sem autorização, quando essa esteja prevista como requerida por lei, infligir sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte a um animal, incluindo por meio, e ou como consequência, de alojamento inadequado em condições que ponham em causa a saúde, o bem-estar e a vida dos animais.
2 – Nos termos do previsto no n.º 1, são especificamente proibidos como crimes contra animais os actos de violência injustificada exercidos contra animais consistentes em:
a) Exigir a um animal esforços ou actuações que, em virtude das suas características fisiológicas, psicológicas e etológicas, ou da sua condição particular, este seja incapaz de realizar, ou que estejam visivelmente para além das suas possibilidades, em especial quando isso lhes possa provocar sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte;
b) Adquirir ou dispor de animais enfraquecidos, doentes, excessivamente jovens, fêmeas em estado de gestação ou lactação, ou idosos, e sobretudo quando tenham vivido sob cuidado e protecção de humanos, para qualquer fim que não seja o do seu tratamento e recuperação, ou, se for caso disso, o da administração de uma morte imediata e condigna através de eutanásia;
c) Agredir animais, nomeadamente na sua condução, maneio e tratamento, esmurrando-os, esbofeteando-os, pontapeando-os ou agredindo-os de  modo similar, ou recorrendo à utilização de chicotes, estimulantes ou outros dispositivos eléctricos, paus, barras, bastões, aguilhões e/ou outros instrumentos perfurantes ou cujo uso lhes possa provocar sofrimento físico e/ou psicológico e emocional, lesões ou morte;
d) Abandonar animais, por qualquer meio, dentro de qualquer edifício ou instalação ou na via pública, quando tenham sido mantidos sob cuidado e protecção de humanos, assim como omitir ou negligenciar cuidados devidos e necessários aos animais com vista à preservação da sua boa saúde e bem-estar quando estejam sob a tutela de alguém, em especial  quando isso lhes cause sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte;
e) Manter relações sexuais com animais, abusar da integridade sexual de um animal, com ou sem recurso a qualquer tipo de instrumento, e ou promover ou divulgar, incluindo através de conteúdos gráficos, audiovisuais e ou textuais, comportamentos consistentes em manter relações sexuais com animais;
f) Restringir a liberdade de movimentos de animais ou mantê-los presos em condições que lhes causem sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte;
g) Oferecer a um animal ou forçá-lo a ingerir comida ou substâncias cuja ingestão se preveja que lhe possa provocar sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte;
h) Usar objectos em animais ou administrar-lhes substâncias destinadas a agitá-los ou de modo a estimular ou a diminuir, artificialmente, as suas capacidades físicas, psicológicas e mentais, causando-lhes sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte;
i) Aumentar a agressividade de animais através de métodos de selecção genética e criação, através de treinos ou através de outros métodos, nomeadamente  para influenciar o comportamento destes de modo a incentivar a sua agressividade;
j) Criar e ou matar cães ou gatos para consumo, utilização ou comércio da sua carne, pele, pêlo ou qualquer outra parte anatómica destes animais, e ou desenvolver qualquer actividade de comércio de carne, pele, pêlo ou qualquer outra parte anatómica destes animais;
l) Utilizar animais em espectáculos, competições, concursos, exibições, exposições, divertimentos públicos, publicidade ou manifestações similares, sempre que tal implique a sua sujeição a condições de cativeiro incompatíveis com a sua natureza, saúde ou bem-estar, ou a sujeição a qualquer outro acto lhes possa provocar sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte, salvo nos casos previstos, permitidos e regulamentados por lei;
m) Organizar, participar, realizar, apoiar ou encobrir, em qualquer circunstância ou por qualquer modo, exercícios de treino de tiro ou de provas de tiro a alvos vivos, nomeadamente de tiro aos pombos;
n) Organizar, participar, realizar, apoiar ou encobrir, em qualquer circunstância ou por qualquer modo, lutas e confrontos entre animais, nomeadamente entre cães e entre galos, e lutas e confrontos entre animais e humanos;
o) Organizar, participar, realizar, apoiar ou encobrir, em qualquer circunstância ou por qualquer modo, espectáculos, exibições ou competições que consistam em empurrar, montar, laçar, imobilizar ou projectar animais, nomeadamente os rodeios;
p) Organizar, participar, realizar, apoiar ou encobrir, em qualquer circunstância ou por qualquer modo, espectáculos tauromáquicos, nomeadamente qualquer tipo de largada ou corrida de touros, ou qualquer actividade tauromáquica, realizada em ambiente privado ou em espaços públicos, na qual seja provocado sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte a bovinos;
q) Organizar, participar, realizar, apoiar ou encobrir, em qualquer circunstância ou por qualquer modo, espectáculos de circo ou quaisquer actividades ou exibições circenses com animais;
 r) Organizar, participar, realizar, apoiar ou encobrir, em qualquer circunstância ou por qualquer modo, raides equestres ou corridas de ou com equinos, em velocidade, em circuitos organizados, de natureza competitiva, que exija um esforço aos animais que lhes provoque sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões ou morte;
s) Manter e ou usar animais em carrosséis ou em circuitos que estes tenham que percorrer repetitiva e sucessivamente, para que sejam montados a título recreativo e ou com fins comerciais e ou promocionais;
t) Doar animais como forma de publicidade ou de recompensa para premiar aquisições de natureza distinta da transacção comercial de animais, ou usá-los e exibi-los como meio de obtenção de donativos, compensações financeiras, auxílio financeiro ou material, salvo no caso das instituições de protecção dos animais que o façam para pedir apoios e donativos para prosseguirem o seu trabalho e fazendo-o respeitando a dignidade e as necessidades dos animais;
u) Vender e comprar animais vivos por encomenda através da Internet e por qualquer meio associado a esta.
3 – Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, exceptuam-se do seu âmbito de aplicação os seguintes casos nos seguintes termos:
a) É permitido às forças policiais e militares treinar animais de modo a influenciar o seu comportamento e a estimular condicionadamente a sua agressividade em certos casos, estando estas, mesmo assim, proibidas de o fazer por meios que envolvam a inflicção de sofrimento físico ou psicológico e emocional, lesões e ou morte aos animais;
b) Todos os casos em que um acto que colida com o estipulado seja considerado clinicamente necessário ou indispensável para a protecção do bem-estar do próprio animal, comprovadamente justificado nesses termos e executado como tal no melhor interesse do animal;
c) Todos os casos em que um acto que colida com o estipulado seja considerado um acto de legítima defesa da vida humana ou de outro animal e apenas em caso extremo em que não haja alternativa, caso em que se dará por necessário e justificado;
d) Todos os casos em que, devido a justificada necessidade de controlo de epidemias e pragas, seja necessário provocar sofrimento e ou morte a animais, o que deve obrigatoriamente acontecer conforme o estabelecido nos regulamentos e directrizes nacionais e internacionais aplicáveis a essas situações, sendo obrigatório nesses casos desenvolver todos os esforços para garantir que os animais em causa tenham uma morte rápida e tão livre de sofrimento quanto possível.
4 – A prática da caça e da pesca desportiva são permitidas e regulamentadas por lei, estando exceptuadas do âmbito de aplicação do presente diploma.
5 – As actividades equestres são permitidas por lei e exercem-se de acordo com os seus regulamentos próprios, desde que não envolvam a inflicção de sofrimento físico e ou psicológico e emocional, lesões ou morte aos animais utilizados.
6 – A actividade dos parques zoológicos é autorizada por lei e rege-se por legislação específica.
Artigo 6.º
Regime Sancionatório e Procedimentos
1 – Quem cometer um acto de violência injustificada contra um animal, proibido como crime contra um animal nos termos previstos nos números 1 e 2 do artigo anterior, é punido com: a) Pena de prisão até 1 ano ou pena de multa até 120 dias, se da prática desse acto não resultarem lesões graves ou permanentes, ou morte para o animal;
b) Pena de prisão até 3 anos ou pena de multa até 360 dias, se da prática desse acto resultarem lesões graves ou permanentes, ou morte para o animal;
c) A negligência e a tentativa são puníveis.
2 – Em tudo o que não esteja expressamente previsto na presente lei, são aplicáveis as normas
constantes do Código Penal.
3 – Para efeitos do previsto no presente artigo e no artigo anterior, considera-se que o autor do facto proibido é sempre o infractor, que responde civil e criminalmente pela infracção, seja ele o tutor ou responsável legal pelo animal ou não, devendo as autoridades competentes, nos casos em que o autor do facto proibido não tenha sido o tutor ou responsável legal pelo animal mas em que haja indícios de que tenha sido cometido com o seu conhecimento ou consentimento, ou por sua negligência, fazer as necessárias averiguações para determinar se este deverá também ser objecto de procedimento criminal.
4 – Sempre que o presente diploma ou a demais legislação de protecção dos animais em vigor condicione um facto à existência de autorização, considera-se  proibido e sancionado, de acordo com o regime sancionatório que lhe seja aplicável, o facto praticado sem autorização, fora das condições da mesma ou após a autorização ter caducado.
5 – Sempre que um facto proibido nos termos da presente lei como crime contra um animal seja praticado sobre um animal, considera-se que existem tantos crimes quantos os animais visados pela prática ilícita, sendo aplicável a cada crime uma pena autónoma.
6 – São autoridades competentes para fiscalizarem e garantirem o cumprimento da presente lei, enquanto autoridades policiais, a Polícia de Segurança Pública, a Guarda Nacional Republicana, as polícias municipais e a Polícia Marítima, enquanto autoridades veterinárias, os Médicos Veterinários Municipais, a Direcção-Geral de Veterinária, designadamente através das suas divisões e direcções de serviços regionais, e as autoridades veterinárias das regiões autónomas da Madeira e dos Açores, e, enquanto autoridades administrativas, as câmaras municipais, sem prejuízo das competências atribuídas por lei a outras entidades.
7 – Para efeitos do disposto no número anterior, as autoridades policiais e as autoridades veterinárias, de forma articulada, devem proceder, nas suas áreas territoriais de intervenção, à fiscalização das normas constantes desta lei e da demais legislação vigente aplicável à detenção/tutela e à protecção dos animais.
8 – A autoridade competente que identifique ou tome conhecimento de uma infracção remete o processo ao Ministério Público sempre que considere que, nos termos da presente lei, a infracção constitui um crime.
9 – Sem prejuízo da regular actuação das autoridades competentes e dos procedimentos a seguir quando uma infracção criminal seja cometida, nomeadamente  de acordo com o previsto no n.º 8, todas as autoridades policiais que tenham conhecimento de factos proibidos pelo presente diploma determinam a quem os pratique ou a quem neles esteja envolvido que cesse de imediato a sua prática.
10 – No caso de criação de obstáculos ou impedimentos à fiscalização de alojamentos ou de animais cuja tutela e tratamento se encontrem em presumível ou flagrante incumprimento do previsto na presente lei, a autoridade policial solicita ao tribunal competente da respectiva comarca a emissão de mandado judicial que permita às autoridades referidas no presente artigo aceder ao local onde se encontram alojados os animais e proceder à sua remoção e apreensão. Artigo 7.º
Medidas Preventivas
1 – Os animais que tenham sido afectados, ou que estejam destinados a ser utilizados e afectados, pela prática de algum dos crimes previstos na presente lei podem ser provisoriamente apreendidos pela autoridade competente para segurança dos mesmos, quando a autoridade constate que a segurança destes está ou poderá ser posta em causa, sendo, neste caso, aplicável à apreensão e perícia a tramitação processual prevista no presente artigo.
2 – Da apreensão é elaborado auto a enviar ao Ministério Público.
3 – A entidade apreensora nomeia fiel depositária dos animais a câmara municipal local, através dos seus serviços competentes, uma instituição de protecção  dos animais ou outra entidade idónea, quando qualquer uma destas entidades revele ter condições  para cuidar dos animais que se encontrem nesta condição e aceitem cuidar deles nestes termos, comprometendo-se a zelar pela segurança e pelo bem estar dos animais.
4 – Os animais apreendidos são relacionados e descritos com referência à sua quantidade, espécie, valor presumível, parâmetros de bem-estar, estado sanitário e sinais particulares que possam servir para a sua completa identificação.
5 – O disposto no número anterior consta de termo de depósito assinado pela entidade apreensora, pelo infractor, pelas testemunhas e pelo fiel depositário.
6 – O original do termo de depósito fica junto aos autos de notícia e apreensão, o duplicado na posse do fiel depositário e o triplicado na entidade apreensora.
7 – A nomeação do fiel depositário é sempre comunicada pela entidade apreensora à direcção de serviços de veterinária territorialmente competente em função da área da prática da infracção, a fim de esta se pronunciar sobre os parâmetros de bem-estar, bem como do estado sanitário dos animais apreendidos, elaborando relatório.
CAPÍTULO III
FUNÇÕES DAS INSTITUIÇÕES DO ESTADO NA PROTECÇÃO DOS ANIMAIS SELVAGENS E DOS
ANIMAIS DOMÉSTICOS
Artigo 8.º
Protecção dos Animais Selvagens
1 – Todos os animais pertencentes a espécies da fauna selvagem, e em particular quando pertençam a espécies que se encontrem ameaçadas ou em perigo de extinção, devem ser objecto de medidas de protecção, legislativas e práticas, por parte do Estado, que deve implementar essas medidas combinandoas com medidas que visem a protecção e a preservação dos ecossistemas que constituam o habitat dessas espécies.
2 – Cabe especialmente ao Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, à Autoridade Nacional Florestal e aos organismos do Estado aos quais estão especialmente atribuídas funções de protecção e conservação da Natureza, da biodiversidade e da fauna selvagem implementar medidas práticas de protecção dos animais selvagens, nos termos do previsto no número anterior.
Artigo 9.º
Protecção dos Animais Domésticos
1 – As câmaras municipais estão obrigadas a ter pelo menos um médico veterinário municipal nos seus quadros, que ocupa as funções de autoridade veterinária concelhia, ao qual cabe cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável à protecção da saúde e do bem-estar dos animais ao nível concelhio, em particular dos animais domésticos, nomeadamente em articulação de esforços de actuação e fiscalização com as autoridades veterinárias regionais e nacionais e com as autoridades policiais, cabendo-lhe promover essa articulação de esforços, bem como colaborar com as autoridades judiciárias no mesmo sentido.
2 – As câmaras municipais e os médicos veterinários municipais devem cooperar com as instituições de protecção dos animais no sentido de promoverem conjuntamente o respeito pelos animais e pelas normas legais de protecção destes, pelo conhecimento público destas, assim como no sentido de promoverem conjuntamente a tomada de medidas diversas no sentido de protegerem a saúde e o bemestar animal, nomeadamente nas áreas territoriais em que intervêm.
3 – As câmaras municipais estão obrigadas a, de forma isolada ou em associação entre municípios, possuírem um centro oficial de acolhimento e protecção dos animais, onde deverão acolher os animais domésticos abandonados, errantes, vítimas de maus tratos ou outros, que forem apreendidos, estando obrigadas a, nestes espaços, alojarem os animais em boas condições, observando as suas necessidades de bem-estar e a, de acordo com o que for clinicamente indicado e necessário, promoverem a recuperação, tratamento, acção profiláctica, esterilização cirúrgica e posterior entrega destes ao cuidado de novos tutores que queiram a responsabilidade de cuidar deles.
4 – Os centros oficiais de acolhimento e protecção de animais previstos no número anterior são dirigidos técnica e clinicamente pelos médicos veterinários municipais dos respectivos municípios.
5 – As câmaras municipais e os médicos veterinários municipais podem estabelecer protocolos de colaboração com instituições de protecção dos animais no sentido de envolverem estas instituições no cumprimento da missão dos serviços previstos no n.º 3, desde que estas se revelem idóneas e possuidoras do saber técnico e das condições materiais necessárias para a execução de tais funções.
6 – As câmaras municipais, nos serviços previstos no n.º 3, devem estar equipadas com áreas clínicas que sejam capazes de, além de servirem clinicamente o cumprimento da missão desses serviços prevista no presente artigo, disponibilizarem igualmente cuidados médico-veterinários de baixo custo, que incluam a acção profiláctica indicada, assim como a esterilização cirúrgica e todos os cuidados pré e pós-operatórios que esta implique, a animais de pessoas com carências sócio-económicas residentes nos concelhos respectivos.
7 – A esterilização cirúrgica é o método de prevenção da sobrepopulação e de controlo da população de cães e gatos que as câmaras municipais, nos termos  do presente artigo e do presente diploma, estão obrigadas a implementar para o cumprimento da missão de prevenir a reprodução descontrolada de animais abandonados e errantes.
8 – As câmaras municipais estão proibidas de matar cães e gatos como método de prevenção ou controlo populacional de animais destas espécies, estando antes obrigadas a prosseguir a realização deste objectivo implementando os melhores métodos disponíveis, nomeadamente o previsto no número anterior, que sejam reconhecidos pelos especialistas técnicos na área como sendo os mais eficazes, clinicamente mais seguros e que não envolvam a morte dos animais, salvo em caso de eutanásia de acordo com o previsto na presente lei.
9 – Para estabelecerem um programa de acção de prevenção e controlo da população de cães e gatos errantes, nomeadamente incluindo nesse programa, entre outras, as medidas previstas no presente artigo, as câmaras municipais devem promover a consulta de instituições de protecção dos animais reconhecidamente preparadas do ponto de vista técnico para poderem apresentar sugestões, recomendações e orientações técnicas nesse sentido, assim como instituições que representem os médicos veterinários que actuam nos diversos segmentos da actividade veterinária que sejam relevantes nesta área.
CAPÍTULO IV
INSTITUIÇÕES DE PROTECÇÃO DOS ANIMAIS
Artigo 10.º
Instituições de Protecção dos Animais
1 – Consideram-se «instituições de protecção dos animais» as pessoas colectivas legalmente constituídas, sem fins lucrativos, cujo objecto social principal  seja a protecção da saúde, do bem-estar e da vida dos animais.
2 – Às instituições de protecção dos animais é reconhecida pela presente lei legitimidade processual activa, nomeadamente para poderem requerer, nos termos previstos na lei, às autoridades policiais, veterinárias, administrativas e judiciais as medidas adequadas e necessárias, podendo fazê-lo com carácter urgente quando for caso disso, para prevenirem ou para porem termo à prática de factos proibidos pela presente lei ou pela demais legislação aplicável à protecção dos animais, podendo também proceder no mesmo sentido para levarem as autoridades competentes a desencadearem processos de averiguação ou mesmo sancionatórios, quando eles sejam devidos, nos casos em que se registem violações das diversas disposições de protecção dos animais previstas na presente lei e na demais legislação aplicável.
3 – As instituições de protecção dos animais poderão constituir-se assistentes em todos os processos originados ou relacionados com a violação de qualquer norma legal de protecção dos animais, e em todos os outros processos que de algum modo se relacionem com a protecção da saúde, do bem-estar e da vida de animais, estando dispensadas do pagamento de quaisquer custas judiciais ou despesas similares.
CAPÍTULO V
DISPOSIÇÕES FINAIS
Artigo 11.º
Disposição Revogatória Este diploma revoga inteiramente a Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro, a Lei n.º 12-B/2000, de 8 de Julho,
o Decreto-Lei n.º 196/2000, de 23 de Agosto, a Lei n.º 19/2002, de 31 de Julho, e o Decreto-Regulamentar
n.º 62/91, de 29 de Novembro, e revoga parcialmente os Decretos-
Lei n.º 276/2001, de 17 de Outubro, n.º 315/2003, de 17 de Dezembro, n.º 313/2003, de 17 de
Dezembro, n.º 314/2003, de 17 de Dezembro, n.º 315/2009, de 29 de Outubro, n.º 211/2009, de 3 de
Setembro, n.º 255/2009, de 24 de Setembro, apenas nas disposições destes diplomas que sejam incompatíveis com a presente lei.
Artigo 12.º
Alterações Legislativas
1 – O Governo é obrigado a, num prazo máximo de três meses a contar da data de entrada em vigor desta lei, introduzir as necessárias mudanças no Código Civil quanto ao enquadramento jurídico dos animais, atendendo ao disposto no artigo 3.º da presente lei, a introduzir as necessárias e adequadas alterações na demais legislação vigente aplicável à detenção/tutela e à protecção dos animais, e a estabelecer nova legislação complementar no caso esta se revelar necessária pela entrada em vigor das normas estabelecidas pelo presente diploma.
2 – Sem prejuízo de outras entidades que deva consultar e decida ouvir nesse sentido, o Governo, na preparação dos actos legislativos previstos no número anterior, é obrigado a ouvir e a ter em plena consideração as observações e recomendações de pelo menos duas instituições de protecção dos animais de âmbito nacional, de pelo menos duas instituições de protecção dos animais de âmbito local e que intervenham em distritos diferentes, bem como da Associação Nacional dos Médicos Veterinários dos
Municípios.
Artigo 13.º
Início de Vigência
O presente diploma entra em vigor no primeiro dia do ano económico seguinte ao ano económico em que é aprovado e publicado, não envolvendo, no ano económico em que é aprovado e publicado, qualquer aumento das despesas ou diminuição das receitas previstas no Orçamento do Estado.
As normas constantes do artigo 5, alíneas p) e q), só entram em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2013

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

"OS ANÓNIMOS"

Video dedicado aos meus "amigos" anónimos ou com nomes fictícios que por debaixo  desse sombrero, tudo dizem e afirmam. Mas o Carlinhos é amigo, dá-lhes visibilidade(anónima é claro!!),  e sempre com humor e alegria no coração.



Abraços




quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Resposta a João Cortesão.

Caro João Cortesão
Em primeiro lugar, obrigado pelas simpáticas palavras que me dirige na Carta Aberta do Farpas. É bom saber que é leitor daquilo que eu escrevo no meu blogue (assim como eu sou leitor dos seus escritos), e acima de  tudo por achar que são de bom humor.
 Caro João, eu não o critico a si, seja porque é gago ou vaidoso, ou porque se acha entendido em cavalos, da mesma maneira que não critico os colares ou o penteado do Miguel.
Não o critico, pura e simplesmente porque acho muito sinceramente, que o senhor faz um trabalho honesto, aficionado e digno. Não o critico, porque desde que me lembro de ler o Farpas, nunca o vi ser deselegante, ou usar o espaço que lhe é dado para escrever, para denegrir a imagem ou a vida privada seja de quem for.
Não o critico, porque penso que o seu trabalho em prol da Festa Brava é bastante digno e meritório. Não o critico porque o senhor sabe ser amigo do seu amigo. Não o critico porque o senhor não baixa o nível da sua escrita quando em desacordo com algo ou alguém. E não o critico, porque o senhor não usa linguagem de taberna (apesar de tanto eu como o senhor gostarmos dum bom copo em boa companhia, mas sem embarcarmos em baixeza ou deslizes de personalidade).
Não quero com isto dizer, que qualquer um dos seus colegas (mormente a Solange Pinto ou Hugo Teixeira), use desses atributos no Jornal Farpas, mas o que quero dizer é que o editor do referido jornal, sendo o responsável máximo do mesmo, é useiro e vezeiro nesse tipo de linguagem, na forma e no conteúdo. Como tal, a minha critica vai directamente para a linha editorial do Jornal Farpas. Que a Solange Pinto ou Hugo Teixeira, ou até mesmo João Dinis, venham a terreiro defender o seu Jornal e criticar o que escrevo, é absolutamente normal e aceitável, até porque uma das primeiras regras para quem critica, é aceitar da mesma forma ser criticado.
Até pela Carta Aberta (que eu tenho a certeza não seja encomendada), o senhor demonstra mais uma vez a maneira integra como anda na vida: sai em defesa dos seus, de cada vez que sente que alguém os ataca. Outra coisa não seria de esperar dum Homem.
Agora deixe-me também fazer um reparo caro João: acha correcto, que sendo eu, um individuo recém chegado à Festa (como diz M. A.), me venha agora arvorar no salvador da Pátria? Acha que a minha humildade não é suficiente, para me colocar no meu lugar, pelo simples facto de ser unicamente um aficionado preocupado?
Acha que os outros órgãos de comunicação social dedicados à Festa Brava entram pelos caminhos ínvios do Jornal Farpas?  Quer que critique João Queiroz? De quê? Sandra Batalha? Porquê?
Quanto a amigos por detrás de mim (vade retro satanás), só se fosse para ir á cara de um toiro e mesmo assim tinha que ser com um já moribundo, porque nem a idade, nem a sã loucura me permitem tanto. Quero referir-lhe caro João , que parti completamente só nesta caminhada. Graças a Deus ainda penso pela minha cabeça, mas sei perfeitamente que muitos pensam como eu.
Acontece caro João, que o blogue alengalengadoalavarenga, incomodou o editor do Jornal Farpas. Mas mais do que incomodar, eu gostaria que ele (jornal) mudasse de linha editorial. A Tauromaquia Nacional precisa de um jornal de referencia, que fale de toiros e cavalos, de artistas e campinos, de ferreiros e criadores, de gente rica a e de gente humilde, de pessoas que fazem esta actividade que tanto amamos, andar em frente.
Um blogue como o que indica, estará sim no meu horizonte. Mas não é o caso deste. Este tem um propósito claro: dizer "olhos nos olhos" do editor do Jornal Farpas que jornalismo assim, não é jornalismo, e que aficionados como ele não são necessários para a manutenção ou engrandecimento da Festa. Se ele entender o meu sentido e o dos muitos que aprovam este blogue, todos teremos muito a ganhar e nada a perder.
Gostei de lhe responder porque sei que entende o que lhe escrevo. E para além de tudo mais, eu gosto de gente boa, como acredito seja o seu caso.
Um abraço

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Diego Ventura compra "finca" em Portugal

Na ultima segunda feira o Farpas Blogue dá à estampa a compra de uma "Finca" em Portugal pelo rejoneador Diego Ventura, mais propriamente a Herdade Mata do Duque.  Para justificar a noticia, baseia-se numa fotografia onde, entre outros, se encontra o representante do toureiro em Portugal Rafael Vilhais.

Compra: - Acto ou efeito de comprar
             - A coisa comprada
             - Suborno

Venda : - Acto ou efeito de vender
            - Cedência mediante um preço convencionado
            - Pequeno estabelecimento comercial

( Ainda existe o  Aluguer..com opção de compra no final de contrato...coisa normal nestas coisas...não é???)

É que, se a justificação para a noticia é o simples facto de umas quantas pessoas se encontrarem junto de um placa toponímica, eu afirmo desde já, que acabei de adquirir a povoação de Linhó (com estabelecimento  prisional incluído) e declaro que a partir de amanhã, libertarei todos os detidos e transformarei o espaço num local de visita para turistas, ao bom exemplo de Alcatraz.


Abraços

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Farpas: A historia de um jornal sempre esgotado!

O pessoal do blogue "alengalengadoalvarenga" (que por acaso sou só eu), preocupado em saber como esgota, todas as semanas, o Jornal Farpas os seus 4.500 exemplares duma tiragem de 10.000, investigou, investigou e voltou a investigar( quase tanto como certos "jornalistas") e descobriu como isso acontece. Basta ver o video que está aqui por baixo... 
Absolutamente revelador!!!


Abraços

farpas pode provocar suicidio

Isto já aconteceu!!! Por isso ponham-se a pau!!! Depois digam que o Carlos não vos avisou!!!


Abraços

domingo, 12 de dezembro de 2010

Volta Miguel!!!!




Miguel Alvarenga comunicou no seu blogue, a intenção de não mais comentar o blogue "alengalengadoalvarenga"! Fomos entrevistar várias pessoas, que se manifestaram completamente desoladas por esse facto. Deixamos aqui o seu testemunho, com o intuito de mostrar a Miguel o quanto sentimos a sua falta, e na esperança que mude de opinião, o que acreditamos não seja assim tão dificil.


Abraços!!!

sábado, 11 de dezembro de 2010

qual a vossa opinião??? O prazo termina esta noite!

Foto D.R.
Sinto que o blogue está a ser utilizado para guerras e ataques pessoais. Então vamos fazer uma coisa como homenzinhos que possivelmente somos todos. Como não quero ser juiz dos comentários que são aqui colocados, concluo que o melhor para separar os homens dos ratos, é exigir identificação ás pessoas.
Que nós temos todos coisas para dizer, é bom. Que queiramos dizer coisas a outros também. Mas  quem recebe a critica ou o ataque saiba de onde vêm. Não custa, nem dói nada.
Eu acho justo ( até porque a proposta é minha...lololol).
E vocês???

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

20.000

20.000!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
agora só precisamos de 100.000 na petição!!!
Obrigado
Abraços

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Nem só de Riso vivem os Malucos...muito menos os outros!!!

Caros amigos
como já devem ter reparado, nos últimos dias optei por estar afastado da escrita aqui no blogue, mantendo-me ligado unicamente através da colocação de vídeos e gestão de comentários.
Teve esta atitude o propósito de tentar perceber como reagiriam os visitantes do blogue, aos conteúdos dos Posts, e que atitude tomariam em relação aos comentários que varias pessoas aqui postaram acerca do mesmos.
Fico com a agradável sensação que o espaço de debate , no seio da Festa, é importante,mas acima de tudo torna-se imperioso que se aprofunde. Muita gente tem vontade de dizer o que pensa duma Festa que é sua, apesar de muitas vezes optem por efectuar ataques pessoais. Tenho feito algum esforço por manter, na medida do possível, o blogue aberto a todos os comentários, excepção feita a alguns, perfeitamente identificados, por manifesto mau gosto e utilização duma verborreia que não posso permitir neste espaço.
Existem assuntos melindrosos na nossa Festa. Existem ódios antigos, com feridas ainda demasiado abertas. Existem "umas contas para ajustar". Não pretendo que este seja o local, onde essas "refregas" terão lugar.
Reparei agradado, como obtive respostas directas por parte de alguns dos visados nos meus videos, e manifestando-se com algum sentido de humor. Houve aproveitamento por parte de alguns "comentadores",  e do seu anonimato, para se manifestarem através de ataques pessoais, e nos quais eu não me revejo. As quase 20.000 visitas a um blogue que critica uma linha editorial de um jornal de tauromaquia, é obra! E deixa-me orgulhoso. Mas como eu gostaria de não me sentir assim. Era sinónimo que a minha intervenção na Festa se manteria unicamente como "anónimo" aficionado.
As respostas (que eu não dei) aos posts colocados recentemente no Farpas Blogue pelo  Miguel Alvarenga, e que demonstram algum pânico, e até um certo "ressabianço", são dadas pelo conteúdo das mesmas. Como se pode permitir, um director de um qualquer Jornal ( por muito que se sinta acossado pelos seus leitores), dar uma resposta com o nível  jornalístico (ou falta dele), e que são apresentados nesses desvarios intelectuais?
Acaso, não é Jornalista? Como se pode permitir ter aquele tipo de comportamento? Com que objectivo?
Não o aconselho a ir por esse caminho. Mas já tem a idade suficiente para saber que caminhos trilhar.
Ética profissional, não é algo que o preocupe muito, mas no meu entender, deveria ser a primeira coisa que deveria aparecer no ecrã do seu PC cada vez que se liga, para que na hora de discernir entre o que deveria escrever e o que escreve, optasse pela melhor opção, sendo que esta, só pode ser aquela que esteja sob a alçada da Ética e  da Deontologia Jornalística. Mas o mais impressionante e inverosímil, é serem os seus leitores a dizer-lhe isto. Sinceramente, não sei como é que o Sindicato de Jornalistas lhe permite tantas veleidades,  ou até, como passa impune com tais procedimentos, pelo crivo da ERC.
O Miguel Alvarenga pai de família, quer beber um copo comigo. Mas o Miguel Alvarenga jornalista não me pode nem ver. Ou é o contrário? E podemos dissociar um do outro?
Qual deles assina comentários com saudações nazis?? E ainda por cima, acha que eu me posiciono politicante ao seu lado?? Com comportamentos destes, Miguel Alvarenga, nem politicamente, nem num banco dum bar, nem na Ópera, nem numa corrida de Toiros me quero posicionar ao seu lado. É uma questão de atitude, percebe?
Sabe perfeitamente que 20.000 visitas em pouco mais de 2 meses, num blogue que visa o seu Jornal, só o deve fazer parar,mandar e templar, ou seja parar, reflectir e agir em conformidade.
Durante muito tempo, o Miguel viveu na impunidade absoluta, por tudo o que escrevia, fosse verdade, mentira ou assim-assim. Quantas pessoas foram visadas no seu Jornal, com mentiras, calúnias e maledicência, restando-lhes apenas, um mero direito de resposta, ou então o recurso para tribunais. Ora como sabe muito bem, nem uma nem outra opção estão na vontade de muitas dessas pessoas.
Mas hoje em dia, e este blogue é o maior exemplo disso, o Miguel é confrontado com uma resposta idêntica ( na forma , mas não no conteúdo). E isso está a chateá-lo realmente, por muito que venha dizer que não.
Mas ao invés, de se defender atacando e disparando em todas as direcções, questione-se porque razão tanta gente se refere a si como inimigo da Festa.
O desplante com que me convida para lhe escrever uma crónica, só demonstra a falta de dignidade com que encara a publicação do seu Jornal, e um total desrespeito pelos seus colaboradores, sabendo o senhor que não sou jornalista, nem cronista, nem parvo. É claro que vai desmentir e dizer que era a brincar, tal como os "10 do Linhó". Mas eu tenho a certeza que se eu lhe enviasse a cronica, o senhor a publicaria, não para informar o seu público, mas unicamente para cantar vitória:"Eu até já o coloquei a escrever no Farpas". E esta seria a prova cabal de que não se preocupa com os seus leitores mas unicamente consigo, e com o seu ego.
Agora deixe-me dizer-lhe caro Miguel: Eu vou continuar, porque você não muda, e continuará a dar-me motivos para que o Blogue alengalengadoalvarenga vá existindo.
Aos leitores do blogue: Muito Obrigado!
Mas por favor, tentem manter um nível que nos diferencie do alvo deste blogue, e que é, a exacta falta de nível apresentado pelo Jornal Farpas e pelo FarpasBlogue.
Abraços
P.S. continuem com a divulgação da Petição "Em Defesa da Festa Brava". Precisamos de atingir as 100.000 assinaturas...obrigado.

Ultima Hora!!! Susana Bolha nas Sanjoaninas!!

Conhecido empresário dos Açores, numa fantástica manobra de charme consegue contratar a famosa Susana Bolha, vencedora do I've Got Talent em Inglaterra. Diz quem esteve presente ( e as imagens não deixam mentir), que os dois, sentiram mutuamente, um "je ne sais quoi"...
Parabéns, por mais uma iniciativa, plena de sagacidade,  deste destemido empresário...


Abraços

Miguelito

Como que acometido por um qualquer vírus, Miguel, transforma-se cada vez que tem noticias nossas...
Viva a Lagosta!! E viva quem a pagar!!!





Abraços

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A educação é uma coisa muito bonita!!!

Recebemos este video, dum assíduo leitor do Blog alengalengadoalvarenga, e  através do qual, quis demonstrar o seu arrependimento (apesar de ter sido uma imposição da mãe).
Registamos e ficamos deveras sensibilizados pela demonstração de disciplina que este video implica!!
Abraços

domingo, 5 de dezembro de 2010

Queres ser jornalista no Farpas??? A sério???

Fomos ver como são as provas de selecção,  para se poder praticar a actividade de jornalista, num Jornal como o Farpas!!
Ou era isto, ou ficávamos a ver o "Sózinho em Casa XXIII" e a comer pipocas...




Abraços!!!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

EH! TOIRO! TOIRO!!!



Bem...
Preparem-se que isto vai ser exaustivo...
Se o Jornal Farpas na pessoa do seu director, acha que eu sou impulsionado por Potier, Pessoa e Pegado, simplesmente porque são pessoas com as quais mantenho relação de amizade(no seio da Festa Brava), acho uma tremenda injustiça para com todos os outros:João Diogo Costa, João Salvação, Vasco Pinto, António José Pinto, Rodrigo Correa de Sá, Antonio Correa de Sá, Paulo Vacas de Carvalho, João Sousa, Vasco Lobo, Luis Cebola, Luis Miguel Cebola, João Pedro Bolota, Luis Miguel Pombeiro, João Salgueiro, João Salgueiro da Costa, Filipe Gonçalves, Gilberto Filipe, Vítor Ribeiro, Luís Rouxinol, Joaquim Bastinhas, Marcos Bastinhas, Francisco Borges, João Cabral, Rodrigo Pietra, João Mantas,  José Maria Cortes,  João Cortes,Manuel Mata, Simão Comenda, António Grave de Jesus, David Romão, João Lucas, Ricardo Casas Novas, Bernardo Patinhas, Alexandre Lobo, António Alfacinha,Vasco Dotti, Ricardo Castelo, Ricardo Patusco, Bruno Casquinha,Rui Gomes, Diogo Gomes, Leandro Flores, Luis Cação, Diogo Timóteo, Amorim Ribeiro Lopes,Carlos Alberto, Joaquim Branco, Rui Piteira, Gonçalo Louro, Francisco Mocho, José Vinagre, Gonçalo Pinto, Nuno Santana, Rui Batista, Simão da Veiga, Pedro Freixo, Tiago Prestes, José Luis Zambujeira, Francisco Rebelo, Samuel Lupi, Manuel Lupi, Pedro Paulino, Mario Figueiredo, Inacio Ramos Júnior, Isabel Ramos, Pedro Salvador,Tiago Ribeiro, João Simões, Antonio Manuel Cardoso, José Manuel Pires da Costa, José Pedro Pires da Costa, Ricardo Chibanga, Francisco Zenkl, Manuel Telles Bastos, João Telles Junior, João Cortesão, Francisco Romeiras, Hugo Calado, Gonçalo Saude, João Tavares, João Pedro Pereira, Hugo Melo, Filipe Louro Mendes, Rui Souto Barreiros, José Carlos Amorim, entre muitos e muitos mais....
A grande maioria bebe copos comigo! Mas cada qual paga o seu! 
E como tenho Respeito por todos, e Admiração por muitos deles, acho ignóbil, pensar que alguma vez qualquer uma dessas pessoas seria capaz (ou eu aceitasse), armar um  "complôt" fosse contra quem fosse...
 Senhor director, não existe nenhuma organização secreta contra si, nem contra o seu Jornal.
Aqui, Senhor Director, é à maneira de Nuno Salvação Barreto: Chama-se o Toiro sozinho em praça, e o resto do pessoal pra dentro do balcão! Se a coisa complicar, sei que posso contar com os meus amigos.... mas com todos, não só com alguns!!! Deixe lá o Potier, Pessoa e Pegado fazerem o seu trabalho em prol da Festa, e o senhor faça o seu tão bem ou melhor que eles, e eu o aplaudirei de pé...
E como para minha infelicidade, nunca fui forcado, mas sinto cá dentro o Respeito e Admiração pela Nobreza desse simbolo da Portugalidade deixo-o com estas palavras de Saraiva Mendes:

"O forcado, ninguém o ignora, pega por gosto, por sentimento, por generosidade, pela aventura do perigo e, porque não dizê-lo, pela glória efémera das palmas e do sorriso de uma mulher. Nunca por dinheiro."

Abraços

cambada


Curiosamente, quando fui hoje à bomba da Repsol pôr a leitura em dia,  vi a minha cara no Jornal  Farpas (e verdade seja dita, eu estou muito melhor na foto que o Paulo Pessoa de Carvalho), com o maravilhoso titulo "A cambada está de volta". Como sou realmente curioso, fiz uma pesquisa, no wikicionário, para tentar perceber a que cambada se refere o director deste órgão de comunicação. E devo dizer, que foi no mínimo esclarecedora. Atente-se então:
cam.ba.da feminino
  1. porção de objetos pendurados ou mantidos juntos por um fio.
  2. substantivo coletivo de caranguejos, peixes ou chaves pendurados juntos.
  3. número significativo de pessoas
  4. choldra
        Ora então,cambada é..... um colectivo de pessoas na choldra...
Vamos então ver (porque eu não sei) o que é uma choldra
chol.dra feminino
  1. Algo inútil ou sem valor.
  2. Tumulto causados por desordeiros; choldraboldra.
  3. Ralé.
  4. (Portugal): prisão.
  5. (Portugal): alimento sem sabor
Pois então parece que uma choldra é uma prisão.... E o que é uma prisão???
pri.sãofeminino
  1. ato ou efeito de prender
  2. estabelecimento onde se guardam os presos
  3. cadeiacárcereclausuracaptura
  4. tudo o que tira ou cerceia a liberdade individual
Agora acho que já sei o que é uma Cambada:  É um colectivo de pessoas que estão num estabelecimento onde se guardam presos!
Por exemplo, caso houvesse 5 ou 6 Vale e Azevedo, ninguém poderia apelidar de cambada, pelo simples facto de não estarem presos...
Já no caso BPN, ( e serve unicamente como exemplo) se juntássemos na mesma prisão  Oliveira e Costa, Luís Duque (autarca de Sintra) e Diamantino Morais (advogado), estaríamos na presença daquilo que o ilustríssimo Miguel Alvarenga denomina como CAMBADA!!!! Abraços... P.S. Prometo que há mais ainda hoje, e isto apesar de eu não ter muito tempo...